Segurança de TI em PMEs: como equipamentos atualizados reduzem o risco de ataques

Em 2024, o Brasil ficou entre os países mais atacados por ransomware no mundo. E uma parte significativa das vítimas são pequenas e médias empresas — justamente as que menos investem em segurança de TI e mais operam com equipamentos desatualizados. Não é coincidência.

Por que equipamentos velhos correm risco de segurança com ataques?
Sistemas operacionais antigos, como o Windows 7 e Windows 8, não recebem mais atualizações de segurança da Microsoft. Isso significa que vulnerabilidades conhecidas ficam abertas — e hackers sabem exatamente onde atacar. Mesmo o Windows 10 já tem data de fim de suporte definida (outubro de 2025), o que torna a migração para o Windows 11 cada vez mais urgente.
Hardware antigo muitas vezes não suporta os requisitos mínimos do Windows 11
Sem TPM 2.0, o dispositivo não pode usar recursos de segurança avançados do W11
Softwares de proteção modernos exigem mais processamento — máquinas velhas ficam lentas ou incompatíveis
Uma empresa que opera com Windows 7 em 2025 tem a segurança equivalente a uma porta destrancada.
O que os equipamentos da Conecta entregam em termos de segurança
Todos os equipamentos locados pela Conecta são de 8ª geração de processadores ou superior, com suporte nativo ao Windows 11 e TPM 2.0. Isso garante compatibilidade com os recursos de segurança mais recentes: BitLocker, Secure Boot, Windows Hello e integração com soluções de gerenciamento de dispositivos (MDM).
Além do hardware: a importância do controle do parque
Manter um parque de TI atualizado também facilita o controle de compliance: saber quais máquinas estão na rede, quais sistemas rodam, quais estão vulneráveis. Com equipamentos locados de uma única fonte e padronizados, essa gestão fica muito mais simples para o time de TI ou para o gestor responsável.
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